Querendo ver outros blogs meus consultar a Teia dos meus blogs
Mostrar mensagens com a etiqueta z1482. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta z1482. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Acontecimentos em 1482

* Suspensão temporária das Teçarias de Moura

As andanças com as Terçarias de Moura, não paravam e neste ano de 1482, conheceram novos contornos. O Duque de Viseu, D.Diogo voltou para Portugal, sendo de novo substituído por seu irmão D.Manuel, que se deslocou para Moura a fim de ser entregue aos castelhanos.

Em Setembro de 1482, D.João dá poderes a Duarte Furtado para que entregasse D.Manuel aos enviados de Castela. Tal não chegou a acontecer mas aos 13 anos um representante da família mais poderosa de Portugal, preparava-se para servir de penhor como garantia ao acordos de Alcáçovas.

Entretanto enquanto o términus das Teçarias, não fosse realmente concretizado D.Manuel permaneceu 8 meses e meis em Moura à ordem de Isabel de Castela, assim ela o determinasse.

*Início da construção do forte de São Jorge da Mina

A feitoria de S.Jorge de Mina, fica no que hoje e referenciado como Ghana, no Golfo da Guiné e em 1482, D. João II, encarregou Diogo da Azambuja,um membro do Conselho do Rei e um velho combatente de Alcácer Ceguer e de outras lides, da construção de uma fortaleza, naquele lugar mais tarde baptizada de S. Jorge da Mina.

Uma fortificação onde se transaccionasse o ouro, a malagueta e mesmo escravos, ao mesmo tempo que assegurava a defesa contra outros piratas.

Construiu-se também, junto à fortaleza, uma pequena povoação, chamada Duas Partes, para além de outros dois pequenos fortes em Axém e Shamá. Nesta empresa trabalharam mais de quinhentos homens, entre militares e artífices.

Rapidamente, a Mina tornou-se o principal estabelecimento português em África, fonte do abastecimento de ouro que se tornara o motor da economia nacional até se iniciar o ciclo da Índia após 1498.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Acontecimentos no ano de 1482


  • Fevereiro,28-Renovação por Portugal dos tratados assinados por D.João I com a Inglaterra.
A D.João II interessa, para além da expressão do desenvolvimento do plano das descobertas, garantir a segurança da navegação no Atlântico. Foi pois nesse sentido que foi enviada uma delegação a Inglaterra, com o objectivo de confirmar junto da coroa inglesa, as alianças antigas estabelecidas no tempo de D.João I.
A Inglaterra viria a confirmar em Setembro deste mesmo ano, as alianças anteriores.
  • Partida de Lisboa de Diogo Cão.
Diogo Cão pensa-se que nascido em Vila Real, já era um navegador experiente e conhecedor da navegação nas costas da Guiné, foi escolhido para nova aventura. Ainda existe alguma controversa, acerca do número de viagens comandadas por Diogo Cão, mas parece incontestável, e saída de duas caravelas de Lisboa nos primeiros meses deste ano.

Passando o limite das anteriores viagens, o cabo de Santa Catarina, teriam explorado a costa até ao rio Zaire, implantando na sua margem o padrão de São Jorge.

Após ter enviado emissários a um grande rei congolês Nzinga-a-Nkuwu, a expedição prossegue viagem até ao cabo Lobo (actualmente de Santa Maria), onde terá colocado o padrão de Santo Agostinho.

De regresso a armada volta a para na foz do Zaire, na tentativa infrutífera de recolha dos emissários, capturando então alguns autóctones .

Estaria de volta em 1484, após ter descoberto a ilha de Ano Bom

Diogo Cão, introduziu a utilização dos padrões de pedra, em lugar das cruzes de madeira, para assinalar a presença portuguesa nas zonas descobertas.

  • Novembro-Cortes de Santarém.
Onde foi estabelecida a criação dum imposto de 50 milhões de reais, para pagamento das dívidas de D.Afonso V, para cuja a conrança se fez o regimento no ano seguinte em Fevereiro.